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Anitta admite relação amorosa

Anitta assumiu que está em um relação amorosa no 'Conversa com Bial', na última quinta-feira, 15 de junho de 2017

Anitta assumiu que está em um relação amorosa no ‘Conversa com Bial’, na última quinta-feira, 15 de junho de 2017. Cantora ainda brincou que proíbe o crush de ver fotos suas antigas

Depois de jantar acompanhada no Dia dos Namorados, Anitta assumiu que está em um relação amorosa no “Conversa com Bial”, na última quinta-feira (15). A revelação aconteceu depois de Pedro Bial exibir fotos do passado da funkeira, que disse que o eleito não poderia ver os cliques do começo de sua carreira. “Vou pedir para não ligarem a TV. Não ninguém, uma pessoa específica”, admitiu. O âncora tentou descobrir a identidade do pretendente, mas Anitta desconversou e fez mistério sobre o “crush”: “Fala português”.

‘QUANDO ME RELACIONO COM ALGUÉM, NÃO EXISTE O GOOGLE’

Anitta, após chamar atenção com fio-dental, revelou que “proíbe” o futuro namorado de procurar seu passado na internet. “Quando me relaciono com alguém, combino que não existe o Google. O Google é uma coisa injusta com gente anônima versus famosa. Na adolescência, falei muita besteira. Falei muita besteira já era famosa. Como faz para apagar?”, brincou.

‘EU VIM DA FAVELA, VIM DO NADA’, ASSUME FUNKEIRA

Anitta não esconde que é humilde, e já até assumiu que ama limpar banheiro. No entanto, a cantora disse que ainda sofre preconceito por causa da sua personalidade. “Aqui no Brasil, ainda existe muito preconceito comigo por conta do ritmo que eu canto, por ser muito nova, por rebolar, por fazer plástica e assumir. Eu vim da favela, vim do nada, não tenho nenhum milionário injetando dinheiro em mim. Então, eu precisava do meu país para ter essa força toda para ir para fora. Fui planejando essa quebra de barreiras e rótulos aos poucos.”

‘BRASIL ESTÁ UMA ZONA E O PESSOAL PREOCUPADO COM FUNK’, CRITICA ANITTA

Anitta, vítima de comentários machistas de Rômulo Neto, voltou a criticar a proposta para criminalizar o funk no Brasil no programa. “Um absurdo, né? Mais absurdo que o Brasil está uma zona e o pessoal está preocupado com o funk. Por incrível que pareça, para os leigos, a pessoa não tem ideia do quanto o funk ajuda uma parte da sociedade que não tem oportunidade nenhuma de nada. Eu vim da favela. Me desculpa, mas não é todo mundo que consegue, assim como eu.”

Fonte: Tatiana Mariano/Purepeople

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